DEIXADOS PARA TRÁS

No caminho que faço de volta

levo na bagagem

cansaço, descanso;

ilusões, desilusões;

afetos, desafetos;

verdades, mentiras;

sonhos, pesadelos;

anjos, demônios;

dúvidas, certezas;

lágrimas, sorrisos;

encantos, desencantos,

começo e fim.

Tem bruxas em forma de fadas;

Tem lobos em pele de cordeiros;

Tem o diabo que veste prada;

Tem Vuittons fajutas;

Tem um mix de desprezo com vaidade;

Tem até o advogado do diabo!

Tem corruptos saudados como heróis;

Tem honestos humilhados com sorrisos brancos e caninos;

Tem peles humanas se descamando como cobras

Exalando veneno por todos os póros...

Tem a cruz e a espada;

Tem a frente e o verso;

Tem a cara e a coroa;

Tem as palavras e o silêncio;

Tem o SIM e o NÃO...

Saindo pela tangente,

deixo para trás todos os pesos...

Levo na bagagem o peso.

Do descanso,

Dos afetos,

Da verdade,

Dos anjos,

Das fadas,

Dos doces sorrisos,

Dos lindos sonhos,

Da saudade de quem vale a pena ver de novo...

 ... Só não sei se ainda os verei!!!

 

 

 

 

 

 



Escrito por kesia Araujo às 15h04
[] [envie esta mensagem] []



CRÍTICA DE ARIANO SUASSUNA SOBRE O FORRÓ ATUAL

 
'Tem rapariga aí? Se tem, levante a mão!'. A maioria, as moças, levanta a mão. Diante de uma platéia de milhares de pessoas, quase todas muito jovens, pelo menos um terço de adolescentes, o vocalista da banda que se diz de forró utiliza uma de suas palavras prediletas (dele só não, e todas bandas do gênero). As outras são 'gaia', 'cabaré', e bebida em geral, com ênfase na cachaça. Esta cena aconteceu no ano passado, numa das cidades de destaque do agreste (mas se repete em qualquer uma onde estas bandas se apresentam). Nos anos 70, e provavelmente ainda nos anos 80, o vocalista teria dificuldades em deixar a cidade.

Pra uma matéria que escrevi no São João passado baixei algumas músicas bem representativas destas bandas. Não vou nem citar letras, porque este jornal é visto por leitores virtuais de família. Mas me arrisco a dizer alguns títulos, vamos lá: Calcinha no chão (Caviar com Rapadura), Zé Priquito (Duquinha), Fiel à putaria (Felipão Forró Moral), Chefe do puteiro (Aviões do forró), Mulher roleira (Saia Rodada), Mulher roleira a resposta (Forró Real), Chico Rola (Bonde do Forró), Banho de língua (Solteirões do Forró), Vou dá-lhe de cano de ferro (Forró Chacal), Dinheiro na mão, calcinha no chão (Saia Rodada), Sou viciado em putaria (Ferro na Boneca), Abre as pernas e dê uma sentadinha (Gaviões do forró), Tapa na cara, puxão no cabelo (Swing do forró). Esta é uma pequeníssima lista do repertório das bandas.
Porém o culpado desta 'desculhambação' não é culpa exatamente das bandas, ou dos empresários que as financiam, já que na grande parte delas, cantores, músicos e bailarinos são meros empregados do cara que investe no grupo. O buraco é mais embaixo. E aí faço um paralelo com o turbo folk, um subgênero musical que surgiu na antiga Iugoslávia, quando o país estava esfacelando-se. Dilacerado por guerras étnicas, em pleno governo do tresloucado Slobodan Milosevic surgiu o turbo folk, mistura de pop, com música regional sérvia e oriental. As estrelas da turbo folk vestiam-se como se vestem as vocalistas das bandas de 'forró', parafraseando Luiz Gonzaga, as blusas terminavam muito cedo, as saias e shortes começavam muito tarde. Numa entrevista ao jornal inglês The Guardian, o diretor do Centro de Estudos alternativos de Belgrado. Milan Nikolic, afirmou, em 2003, que o regime Milosevic incentivou uma música que destruiu o bom-gosto e relevou o primitivismo est tico. Pior, o glamour, a facilidade estética, pegou em cheio uma juventude que perdeu a crença nos políticos, nos valores morais de uma sociedade dominada pela máfia, que, por sua vez, dominava o governo.
Aqui o que se autodenomina 'forró estilizado' continua de vento em popa. Tomou o lugar do forró autêntico nos principais arraiais juninos do Nordeste. Sem falso moralismo, nem elitismo, um fenômeno lamentável, e merecedor de maior atenção. Quando um vocalista de uma banda de música popular, em plena praça pública, de uma grande cidade, com presença de autoridades competentes (e suas respectivas patroas) pergunta se tem 'rapariga na platéia', alguma coisa está fora de ordem. Quando canta uma canção (canção?!!!) que tem como tema uma transa de uma moça com dois rapazes (ao mesmo tempo), e o refrão é 'É vou dá-lhe de cano de ferro/e toma cano de ferro!', alguma coisa está muito doente. Sem esqu ecer que uma juventude cuja cabeça é feita por tal tipo de música é a que vai tomar as rédeas do poder daqui a alguns poucos anos.

Observação:
O secretário de cultura Ariano Suassuna foi bastante criticado, numa aula-espetáculo, no ano passado, por ter malhado uma música da Banda Calipso, que ele achava (deve continuar achando, claro) de mau gosto. Vai daí que mostraram a ele algumas letras das bandas de 'forró', e Ariano exclamou: 'Eita que é pior do que eu pensava'. Do que ele, e muito mais gente jamais imaginou.

Realmente, alguma coisa está muito errada com esse noss o país, quando se levanta a mão pra se vangloriar que é rapariga, cachaceiro, que gosta de puteiro, ou quando uma mulher canta 'sou sua cachorrinha', aonde vamos parar? Como podemos querer pessoas sérias, competentes? E não pensem que uma coisa não tem a ver com a outra não, pq tem e muito! E como as mulheres querem respeito como havia antigamente? Se hoje elas pedem 'ferro', 'quero logo 3', 'lapada na rachada'? Os homens vão e atendem. Vamos passar essa mensagem adiante, as pessoas não podem continuar gritando e vibrando por serem putas e raparigueiros não. Reflitam bem sobre isso, eu sei que gosto é gosto... Mas, pensem direitinho se querem continuar gostando desse tipo de 'forró' ou qualquer outro tipo de ruído, ou se querem ser alguém de respeito na vida!



Escrito por kesia Araujo às 14h56
[] [envie esta mensagem] []



Fim de uma estação...Fim de um caminho

Cada vez que a lua muda de formato,

Fica refletida uma luz na janela,

Essa luz não entra mais na casa,

Nem pela porta, que ainda está aberta,

Nem pela janela, que ainda reflete a luz.

 

A sombra do luar,

Lembra uma dança

Essa dança não tem mais par,

Não pela música, que ainda insiste em tocar,

Nem pelo passo, que ainda tem compasso.

 

O raio do sol,

Remete um estado de paz,

Esse raio ficou escondido atras de uma cortina

Que não deixa mais o brilho invadir a sala,

Não pelo sol, que ainda está no mesmo lugar,

Nem pela manhã, que ainda surge a cada amanhecer.

 

Os poemas,

Inspiram grandes paixões,

Contadas em prosa ou verso,

Esses poemas ficaram trancados nas gavetas,

Não pelos poetas, que ainda são fontes de inspiração,

Nem pelos poemas, que ainda embalarão muitos corações.

 

O vinho,

Sugere um brinde,

Um selo para muitas ocasiões,

Esse vinho ficou sem se servir,

Não pelo brinde, que ainda poderia se fazer,

Nem pela ocasião, que ainda iria existir.

 

Mas, a estação chegou ao fim, e com ela se foi:

Um pouco de luz,

Uma dança,

Um raio de sol,

Um poema,

Uma música,

Um vinho,

Um brinde,

Uma mentira,

Uma verdade,

Uma saudade,

Um silêncio,

Um ADEUS.

 

 

" ... é o fim do caminho...são as águas de março, fechando o verão..."



Escrito por kesia Araujo às 11h02
[] [envie esta mensagem] []



Oscilações do tempo

 

O vento que sopra ao anoitecer,

ora fraco, ora forte

leva e traz as incertezas do agora

permitindo que as sombras do passado

se contrastem com o medo do presente

e que juntos, se perdoem piedosamente.

 

O sol que brilha ao amanhecer,

ora brando, ora escaldante,

leva e traz as lembranças

do que se foi e do que poderia ser

transformando-se em fantasmas vivos

que se perseguem mutuamente,

quase que contritos.

 

A chuva que cai,

ora fina, ora abundante,

leva e traz a inquietude do coração

trazendo o mundo de lá pra cá,

ou de cá pra lá?

na construção de um futuro

sem sombras, sem sobras,

sem perdas, sem danos.

 

O tempo que passa,

ora devagar, ora depressa,

leva e traz os sonhos

provenientes do próprio tempo

trazendo uma época de colheita,

ou do plantio.

 

A estrada à percorrer,

ora longa, ora curta,

leva e traz o que foi e o que será.

A lágrima desce pelo que ficou,

o sorriso se refaz pelo que virá,

numa curva quase sempre perigosa

E o tempo? oscila... cumprindo assim, sua própria natureza.

 

 

 



Escrito por kesia Araujo às 10h12
[] [envie esta mensagem] []



As incertezas do caminho

De certo...

Não é muito certo

tentar descobrir o que é certo.

Porque,

o que ontem eu achava certo

hoje, é apenas um deserto

de um caminho mais que incerto.

 



Escrito por kesia Araujo às 13h14
[] [envie esta mensagem] []



" qualquer semelhança é mera coincidência "

Assim como o jazz,

tenho dificuldades em me definir.

Quase sempre me confronto com meu silêncio,

esse mesmo silêncio me preenche

com um discurso inédito e próprio.

Então, começo a compor instantaneamente

uma nova trilha para minha vida

com base no improviso,

sem perder, claro, a linha da canção.

Para não sair do tema,

procuro sequenciar os acordes

e, em cada intervalo, invento,

a minha regra é variar.

Meu ritmo é flexível mas,

o jogo de precisão e imprecisão

estão perfeitamente sob controle.

 

 

 

 



Escrito por kesia Araujo às 14h35
[] [envie esta mensagem] []



Há um réstia de luz iluminando os escombros,

é uma luz fraca, mas consistente.

É fácil perceber os estragos causados.

A maneira como a destruição ocorreu

se comprova que não foi de uma só vez,

levou-se anos para cair - se por terra.

Os danos são imensuráveis,

As perdas? talvez, incalculáveis.

Mas...

hoje, aos pouquinhos, estão sendo retirados os destroços

e a luz mostra, de forma cada vez mais clara,

que pode -se construir algo muito melhor naquele lugar.

Pois, a sua base é de concreto e as suas estruturas estão firmadas numa rocha,

que vendaval nenhum conseguirá destruir.

 



Escrito por kesia Araujo às 12h19
[] [envie esta mensagem] []



Reinventar - é criar uma nova história,

Reconstruir - é construir o que desmoronou,

Reeducar - é modificar o comportamento,

Reviver - é forçar a memória,

Reencontrar - é testar o coração,

Recapitular - é lembrar -se  de tudo o que já foi dito, feito ou escrito,

Reciclar - é uma transformação, um novo ciclo,

Recomeçar - é a chance de começar de novo,

Recompor - é dar uma nova forma à vida,

Redescobrir - é aprender a olhar com mais cautela,

Reunir - é juntar o que separou,

Repaginar - é catalogar a história,

Reagir - é anular a ação anterior,

Reacender - é ativar algo que ficou aceso,

Reafirmar - é acreditar na intuição,

Reanimar - é recuperar a consciência de ser feliz,

Reconciliar - é viver em paz com o coração,

Reconhecer - é aceitar -se!!!

 

 

 

 



Escrito por kesia Araujo às 11h47
[] [envie esta mensagem] []



O SILÊNCIO QUE ME CERCA!

Me diz tudo, me diz nada;

Me aquece, me arrepia;

Me espanta, me acalma;

Me envolve, me atormenta;

Me seduz, me inventa;

Me rouba, me compensa;

Me destrói, me compõe;

Me ensina, me humilha;

Me condena, me liberta;

Me espera, me alcança;

Me surpreende, me repreende;

Me poupa, me desgasta;

Me atrai, me retrai;

Me convence, me cega;

ME SUPORTA, SEM RECLAMAR!!!

 

 

 

 



Escrito por kesia Araujo às 22h08
[] [envie esta mensagem] []



O SILÊNCIO DOS BONS!!!


Diamantina, interior de Minas, 1914.


O jovem Juscelino Kubitschek, de 12 anos, ganha seu
primeiro par de sapatos. Passou fome. Jurou estudar e ser alguém. Com inúmeras
dificuldades, concluiu Medicina e se especializou em
Paris. Como presidente, modernizou o Brasil. Legou um rol
impressionante de obras e amantes; humilde e obstinado, é (e era) querido por todos.

Brasília, 2003.

Lula assume a presidência. Arrogante, se vangloria de não ter
estudado. Acha bobagem falar inglês. 'Tenho diploma da
vida', afirma. E para ele basta. Meses depois, diz que ler é um hábito
chato. Quando era sindicalista, percebeu que poderia ganhar sem estudar
e sem trabalhar - sua meta até hoje, ao que parece.

Londres, 1940.


Os bombardeios são diários, e uma invasão aeronaval nazista é iminente. O primeiro-ministro W. Churchill pede ao rei
George VI que vá para o Canadá. Tranqüilo, o rei avisa que não vai.
Churchill insiste: então que, ao menos, vá a rainha com as filhas.
Elas não aceitam e a filha mais velha entra no exército britânico; como tenente-enfermeira, sua função é recolher feridos em meio aos bombardeios. Hoje ela é a rainha Elizabeth II.


Brasília, 2005.


A primeira-dama Marisa requer cidadania italiana - e consegue.
Explica, candidamente, que quer 'um futuro melhor para seus filhos'.

E O FUTURO DOS NOSSOS FILHOS?


Washington, 1974.


A imprensa americana descobre que o presidente Richard Nixon está envolvido até o pescoço no caso Watergate. Ele nega, mas
jornais e Congresso o encostam contra a parede, e ele acaba confessando.
Renuncia nesse mesmo ano, pedindo desculpas ao povo.

Brasília, 2005.


Flagrado no maior escândalo de corrupção da história do
País, e tentando disfarçar o desvio de dinheiro público em caixa
2, Lula é insitado a se explicar. Ante as muitas provas, Lula repete
o 'eu não sabia de nada!', e ainda acusa a imprensa de persegui-lo.
Disse que foi 'traído', mas não conta por quem.

Londres, 2001.

O filho mais velho do primeiro-ministro Tony Blair é detido, embriagado, pela polícia. Sem saber quem ele é, avisam que
vão ligar para seu pai buscá-lo. Com medo de envolver o pai num escândalo, o adolescente dá um nome falso. A polícia descobre e chama Blair, que vai sozinho à delegacia buscar o filho, numa madrugada chuvosa. Pediu desculpas ao povo pelos erros do filho.

Brasília, 2005.


O filho mais velho de Lula é descoberto recebendo R$ 5 milhões de uma empresa financiada com dinheiro público. Alega que recebeu
a fortuna vendendo sua empresa, de fundo de quintal, que não valia nem um décimo disso. O pai, raivoso, o defende e diz que não admite que
envolvam seu filhinho nessa 'sujeira'. Qual sujeira?

Nova Délhi, 2003.


O primeiro-ministro indiano pretende comprar um avião novo para suas viagens. Adquire um excelente, brasileiríssimo BEM-195, da
Embraer, por US$ 10 milhões.

Brasília, 2003.


Lula quer um avião novo para a presidência. Fabricado no Brasil não serve. Quer um dos caros, de um consórcio anglo-alemão.
Gasta US$ 57 milhões e manda decorar a aeronave de luxo nos EUA.

E você, já decidiu o que vai fazer nos próximos cinco minutos?

Vamos dar ao BRASIL uma nova chance?


Ele precisa voltar para o caminho da dignidade. Nós não merecemos o desgoverno que se instalou em nosso País e
precisamos acordar e lutar antes que seja tarde.

'O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos
corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética.
O que mais preocupa é o silêncio dos bons.'
( Martin Luther King )



Escrito por kesia Araujo às 09h50
[] [envie esta mensagem] []



" InGrAtIdÃo TiRa A aFeIçÃo "

Como diz a minha mãe e, de fato, não há afeição que resista a tal " INGRADITÃO ".

O Aurélio define a palavra assim: " que não é grato, que não reconhece os benefícios recebidos, desagradável, molesto...".

Um ser humano que se encaixa com tantos adjetivos, realmente não merece mesmo meu afeto, certo?

Se eu listar com esmero os nomes de alguns indivíduos, que com tanta ingratidão, não têm mais a minha afeição

temo em gastar toda essa tarde e, meus neurônios, com vãos lembranças.

Então, pra que forçar tanto a memória, não é?

Mas, se toda a afeição que lhe ofereci

ainda em VOCÊ existir,

não pense duas vezes,

nem se preocupe em devolvê-la,

ela é SUA por direito.

Só lhe peço, ofereça a quem dela precisar

para que deste peso VOCÊ, um dia, possa se livrar!

Porque AFEIÇÃO como a minha,

é coisa rara de se encontrar

e INGRATIDÃO como a sua,

eu já esqueci até de me lembrar.

Quem é VOCÊ mesmo?

INGRATO!!!

 

 



Escrito por kesia Araujo às 14h53
[] [envie esta mensagem] []



A minha herança pra você é:

Um sorriso franco,

Um olhar terno,

Um sonho bom,

Um abraço apertado,

Uma paz infinda,

Uma linda canção,

Uma flor sem espinhos,

Um silêncio,

Uma palavra,

Um caminho de surpresas,

Um gesto simples,

Uma saudade,

Um ADEUS!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por kesia Araujo às 14h13
[] [envie esta mensagem] []



" A FELICIDADE SE ENCONTRA EM HORINHAS DE DESCUIDO..." (Guimarães Rosa)

Nessas " horinhas " de descuido,

Quando menos se percebe,

ali estamos nós, entregues as façanhas do momento,

em estado de graça ou encantamento,

sem perceber a mediocridade do tempo.

Quando o " tal tempo " se esgarça,

levando consigo essas " horinhas " mágicas,

se descobre que por um simples descuido,

a vida também, vem e passa.

E a felicidade? nada mais é...

do que as " horinhas ", que por descuido, PASSAM na vida da gente!!!

 

 

 



Escrito por kesia Araujo às 16h19
[] [envie esta mensagem] []



O " NOVO " é o fim de alguma coisa.

 

É o fim de uma guerra,

É o fim de uma frase,

É o fim de um caminho,

É o fim de uma alegria,

É o fim de uma tristeza,

É o fim de um pesadelo,

É o fim de um sonho,

É o fim de uma tempestade,

É o fim de um verão,

É o fim de uma paixão,

É o fim de uma saudade,

É o fim de uma vontade,

É o fim de uma sombra,

É o fim de um cansaço,

É o fim de um começo,

É o COMEÇO de um NOVO FIM.

 

 



Escrito por kesia Araujo às 22h36
[] [envie esta mensagem] []



Por que tudo junto é separado e separado é tudo junto?

A pergunta foi feita por um aluno à sua professora de ensino fundamental.

Gramaticalmente falando, as palavras " TUDO JUNTO " têm dois significados " TUDO" (pronome indef. que significa a totalidade das coisas) e "JUNTO" (adj. que significa unido).

Imagina a saia justa da professora para explicar a relação entre as palavras e os seus significados?

O sentido do "TUDO JUNTO" na cabeça do garoto e, por que não dizer, na nossa também é que viesse escrito assim: " tudojunto " teria mais sentido, daria a idéia de unido, não é?

Já a palavra "SEPARADO" , também gramaticalmente falando, tem apenas um significado (é V.T.D. e significa desunir o que estava junto) que deveria vir escrito assim: " SE PA RA DO ". Veja a confusão para essa criança em assimilar que o que se separa pode estar junto e aquilo que é junto pode perfeitamente ficar separado.

E agora? Você pode me responder POR QUE " TUDO JUNTO " É SEPARADO E " SEPARADO " É TUDO JUNTO?

 



Escrito por kesia Araujo às 11h06
[] [envie esta mensagem] []



[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]





Meu perfil
BRASIL, Nordeste, PETROLINA, Mulher, Livros, Arte e cultura
MSN - kesiaaraujo@hotmail.com



Histórico
Votação
Dê uma nota para meu blog


Outros sites
UOL - O melhor conteúdo
Hellen Quirino
mundo do marketing
Chico Buarque de Holanda
É jazz
Carlos Drummond de Andrade
Clarice Lispector
CINEMA
MARKETING - O blog do Marinho
você por dentro de tudo